Nos anos 1990, Ruanda ocupava as páginas internacionais com notícias sobre o genocídio que dizimou 800 mil pessoas em apenas cem dias. A história é mais ou menos conhecida: a maioria hutu armou uma campanha contra a minoria tutsi. Vizinhos degolaram vizinhos, maridos denunciaram as próprias mulheres, corpos mutilados pipocaram à beira das estradas. O saldo de refugiados, órfãos e vítimas de estupro também foi colossal.
Leia mais (05/12/2026 – 16h58)
Como Ruanda investiu em turismo de luxo para lidar com trauma do genocídio
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