Relatos de uma ‘canicule’ severa em Paris

Quando fui morar em Nova York, correspondente júnior desta Folha, em 1989, Paulo Francis, então correspondente sênior e tutor informal dos promissores talentos do jornal que lá desembarcavam, me alertou: “Prepare-se para o pior verão da sua vida”.

Cheguei no auge do inverno e o recado de Francis me pareceu improvável. “Sou brasileiro”, respondi gaiato. Ele me ignorou: “A sensação aqui em julho é a de que você anda na rua e tem uma vaca no seu pescoço soltando um bafo”.
Leia mais (07/16/2026 – 01h45)


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