Fosse ditador do país, eu proibiria TV ligada em bares e restaurantes. Como não sou, sujeito-me com demasiada frequência à gritaria do Craque Neto e seus genéricos enquanto engulo um feijão mequetrefe ou uma cerveja. Ficou difícil encontrar um boteco sem TV. Culpe a Copa do Mundo -não apenas esta, mas as quatro ou cinco edições mais recentes.
Leia mais (07/16/2026 – 16h50)
A Copa termina, fica a praga das TVs no boteco
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